
En la Punta del Trueno anduve
recogiendo sal en el rostro
y del océano, en la boca,
el corazón huracanado:
lo vi estallar hacia el cenit,
morder el cielo y escupirlo.
Pablo Neruda
[ Na Ponta do Trovão andei, recolhendo sal no rosto, e do oceano, na boca, o coração de vendaval: eu o vi estrondar até o zênite, morder o céu e cuspi-lo.]
Pablo Neruda, após uma violenta ressaca do mar que assolou a costa do Chile.
Só quem lê Neruda em espanhol agora, né?! ;P
ResponderExcluirBelíssimo poema, amiga! Adorei a imagem também!
oh amiga brigada... rsrs
ResponderExcluirMuito bom, adoro!
ResponderExcluirbeijo, principa ;*